Trinta raios convergentes unem-se formando uma roda
Mas é o vazio entre os raios que facultam o seu movimento.
Modelai o barro para fazer um jarro.
O oleiro faz um vaso, manipulando a argila.
Mas é o oco do vaso que lhe dá utilidade.
Recortai no espaço vazio das paredes portas e janelas
a fim de que um quarto possa ser usado.
Paredes são massas com portas e janelas
mas somente os vazios entre as massas
lhes dá utilidade.
Desta forma o ser produz o útil
mas é o não-ser que o torna eficaz.
...
Tao Te King.
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tia Mira!

Hoje, estou com a caneta afiada.....
Vi essa foto, e me lembrei de quantas tardes, noites, dias de verdade, eu a assisti tecendo assentos e encostos.
Eu não aprendi esse oficio, mas eu aprendi algo muito muito mais importante:
"você pode."
Sim, e eu posso - ser feliz, aprender novos oficios, criar outras artes. Deixar tudo, rir, chorar. Sim, eu posso viver.
Esse dificl oficio eu aprendi.
Agora, o mais importante mesmo é o registro - uma arte em extinção.
Sou leviana! E dai???
Felicidade é alguma coisa tão simples...
Aliás, quem foi que disse que só se esquece uma paixão com uma nova paixão?
Eu não sei quem foi, o que eu sei é quem esse alguém se esqueceu de dizer que as paixões não são só por pessoas... Deve ter se esquecido desse detalhe!
Na minha opinião, as paixões são, principalmente, por opiniões e curiosidades. Enfim, apaixonono-me pelo desconhecido, pelo novo, pelo inusitado...
Devo ser leviana.
Nos so nos apaixonamos por qualquer coisa que desperte o nosso interesse, nossa curiosidade e, provavelmente, satisfeita a curiosidade, quando a situação vira vala comum, a paixão passa. O que resta é o hábito da companhia... Fará falta por alguns dias, depois virará saudade, e então, num repente, será apenas mais uma lembrança.
Atualmente, eu vivo isso. Fui aos extremos por uma paixão e, com certeza, irei aos extremos pela nova paixão. Isso é o que dá colorido a vida, pelo menos a minha vida! E não me importa que eu saiba que logo essa nova paixão passará...
Devo ser leviana.
Provavelmente, farei muitas bobagens, adubarei a vida (afinal, é fazendo m... que se aduba...rs!) Talvez, eu aprenda alguma outra lição que eu faça questão de esquecer antes da proxima paixão...
Devo ser leviana.
Na minha história, quantas paixões viraram amor? De tantas histórias, apenas uma virou amor. E foi ha tanto tempo, que a simples lembrança conforta meu coração. Devo admitir, desde então, apenas paixões, com seus altos e baixos, com os extases e as depressões... só paixões, nada de amor!
Devo ser leviana. Ou melhor, que eu seja leviana, mas que eu aproveite cada minuto dessa minha existência!
BackyarT Função

Então, o BACKYART FUNÇÃO já existe. E é bom demais ter um espaço para criar, transformar um pedaço e madeira em alguma coisa.
Ate agora, reformei uma cadeira, arrumei a oficina, construi a bancada, adequei os poucos moveis, recebi amigos, ri muito e construi um carrinho!
O espaço é pequeno, porém aconchegante, e até churrasco com truco ja fizemos!
O Günter, esse meu fiel e amado companheiro simplesmente adora o local!
Enquanto estou lá o tempo passa. A falta cede lugar para a saudade, e ambas se rendem as perspectivas futuras... É a vida seguindo seu curso.
E eu agradeço muito a Deus e a todos os meu amados e queridos amigos.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A vida...
A vida segue seu curso.
Em alguns momentos, estamos simplesmente enamorados... de alguem, por alguem, para alguém.
Em outros momentos, a paixão se esvazia... E o que fica é mesmo um grande vazio.
Nem sempre a paixão se transforma em amor... no mais das vezes, vira saudade...
Bate o desespero. É verdade.
Eu não vou e nem quero negar que o desespero se apresenta...Mas, e sempre tem um mas,
Logo em seguida, vem a reflexão de tudo o que vivemos até então.
Dói, sim, toda ruptura é dolorosa, como todo crescimento também é.
De repente, a gente percebe que não erámos importante para o outro...
Esse, simplesmente encontrou novos interesses... e se foi.
E, se isso aconteceu, só prova que erámos uma ocupação de tempo livre....
A sensação é péssima... a constatação será ainda pior. Mas, pelo menos será mais uma certeza.
Dói um pouco mais... Mas passará e passa!
E o que fazer agora?
Como se conduzir?
Encontrar novas paixões, novos amores...
Reencontrar amigos há tanto esquecidos...
Aguardar que o tempo, esse indizivel gigante, faça a sua obra e mude tudo.. outra vez!
Ou, simplesmente, seguir vivendo...
Reencontrar a alegria.
Ter certeza que a felicidade é simplesmente sentir-se feliz!
Escrever mais um capítulo da história da minha existência?
A gente ficou...
E o que mais ficou?
A lembrança de alguns bons momentos, em meio a tormenta de uma convivência dificil?
A expectativa de uma manha preguiçosa de sol?
Ou de uma noite chuvosa em meio a lençóis macios?
Devagar, e bem devagar, não ficará nada além do que a lembrança...
Eu aindo lembro quando, muitos anos atrás, eu completamente apaixonada, adentrei numa sala e entreguei uma flor roubada para alguém muito amado, que simplesmente estava sentado num banquinho, com olhos marejados... Ganhei um sorriso, mas acabei seguindo a minha jornada... Os anos passaram e, vez por outra, nos falamos. Ficou um amor gostoso, jovem, uma lembrança de um pedido de paz. Uma grande amizade, sem encontro, sem contato, sem rotina! Uma amizade carinhosa... Não era pedido de desculpas, não era vontade de retornar... era simplesmente uma expressão de carinho... E hoje, é uma das boas lembranças que trago!
Dessa minha ultima vivencia, o que resta?
Talvez, orgulho ferido, sensação de incapacidade...
Talvez, o limiar da idade...
Talvez a sensação de ter sido um passatempo, um estar por estar...
Por outro lado, se foi amor, haverá retomada...
E a questão que se coloca é - quererei retomar?
Ou escolherei ter apenas mais uma história para contar...
Não sei, não tenho como saber.
Só me resta viver!
Nesse tempo todo, alguns poucos conhecidos, alguns pseudo-amigos... Que ficaram no canto, aguardando os próximos capitulos dessa história. Não se posicionaram... Não terão atitudes... Simplesmente calarão! Incapazes de expressar suas opiniões verdadeiras.Meros conhecidos.
Os amigos, esses sim, darão seu apoio, seu conforto, seu colo. Acenarão com novas possibilidades...
E muito antes do que eu posso imaginar, a vida retomará o seu colorido habitual!
Eu não sei como, nem porque, nem quando... E não me importa!
O que me importa é poder expressar o que eu sinto. Com calma, com a habitual serenidade que marcou os meus passos, e que nessa história toda, ansiosa, aflita, angustiante, excitada, apressada... fez-me correr! A toa, em vão!
Mas, com calma, um dia após o outro, sem pressa, a minha vida retomará sua habitual alegria!
Novos amores!
Novas paixões!
Velhos e novos interesses convivendo em perfeita harmonia!
Assim é a vida. A minha vida!
Em alguns momentos, estamos simplesmente enamorados... de alguem, por alguem, para alguém.
Em outros momentos, a paixão se esvazia... E o que fica é mesmo um grande vazio.
Nem sempre a paixão se transforma em amor... no mais das vezes, vira saudade...
Bate o desespero. É verdade.
Eu não vou e nem quero negar que o desespero se apresenta...Mas, e sempre tem um mas,
Logo em seguida, vem a reflexão de tudo o que vivemos até então.
Dói, sim, toda ruptura é dolorosa, como todo crescimento também é.
De repente, a gente percebe que não erámos importante para o outro...
Esse, simplesmente encontrou novos interesses... e se foi.
E, se isso aconteceu, só prova que erámos uma ocupação de tempo livre....
A sensação é péssima... a constatação será ainda pior. Mas, pelo menos será mais uma certeza.
Dói um pouco mais... Mas passará e passa!
E o que fazer agora?
Como se conduzir?
Encontrar novas paixões, novos amores...
Reencontrar amigos há tanto esquecidos...
Aguardar que o tempo, esse indizivel gigante, faça a sua obra e mude tudo.. outra vez!
Ou, simplesmente, seguir vivendo...
Reencontrar a alegria.
Ter certeza que a felicidade é simplesmente sentir-se feliz!
Escrever mais um capítulo da história da minha existência?
A gente ficou...
E o que mais ficou?
A lembrança de alguns bons momentos, em meio a tormenta de uma convivência dificil?
A expectativa de uma manha preguiçosa de sol?
Ou de uma noite chuvosa em meio a lençóis macios?
Devagar, e bem devagar, não ficará nada além do que a lembrança...
Eu aindo lembro quando, muitos anos atrás, eu completamente apaixonada, adentrei numa sala e entreguei uma flor roubada para alguém muito amado, que simplesmente estava sentado num banquinho, com olhos marejados... Ganhei um sorriso, mas acabei seguindo a minha jornada... Os anos passaram e, vez por outra, nos falamos. Ficou um amor gostoso, jovem, uma lembrança de um pedido de paz. Uma grande amizade, sem encontro, sem contato, sem rotina! Uma amizade carinhosa... Não era pedido de desculpas, não era vontade de retornar... era simplesmente uma expressão de carinho... E hoje, é uma das boas lembranças que trago!
Dessa minha ultima vivencia, o que resta?
Talvez, orgulho ferido, sensação de incapacidade...
Talvez, o limiar da idade...
Talvez a sensação de ter sido um passatempo, um estar por estar...
Por outro lado, se foi amor, haverá retomada...
E a questão que se coloca é - quererei retomar?
Ou escolherei ter apenas mais uma história para contar...
Não sei, não tenho como saber.
Só me resta viver!
Nesse tempo todo, alguns poucos conhecidos, alguns pseudo-amigos... Que ficaram no canto, aguardando os próximos capitulos dessa história. Não se posicionaram... Não terão atitudes... Simplesmente calarão! Incapazes de expressar suas opiniões verdadeiras.Meros conhecidos.
Os amigos, esses sim, darão seu apoio, seu conforto, seu colo. Acenarão com novas possibilidades...
E muito antes do que eu posso imaginar, a vida retomará o seu colorido habitual!
Eu não sei como, nem porque, nem quando... E não me importa!
O que me importa é poder expressar o que eu sinto. Com calma, com a habitual serenidade que marcou os meus passos, e que nessa história toda, ansiosa, aflita, angustiante, excitada, apressada... fez-me correr! A toa, em vão!
Mas, com calma, um dia após o outro, sem pressa, a minha vida retomará sua habitual alegria!
Novos amores!
Novas paixões!
Velhos e novos interesses convivendo em perfeita harmonia!
Assim é a vida. A minha vida!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Como acaba um amor... ou a ilusão de um amor!
Então, foi assim...
Durante algum tempo eu me dediquei, tentei estar presente, tentei me superar...Investi esforços, recursos, tempo... mas, e sempre tem um mas, eu quis entender!!! Meu grande e eterno defeito - querer entender!
Eu quis entender por que percebendo tanto amor, eu me sentia desprezada. Por que sentindo tanta reciprocidade, eu me sentia expelida... Por que, nos meus momentos de desilução e carencia, não recebia afeto e apoio...
Não conseguia entender essas coisas estranhas no meu mundo... Agora, eu sei. Nas opções da outra pessoa não cabe uma outra relação afetiva, principalmente se for afetiva e sexual. Não cabe compromisso com o que não tem ascendencia ou descendencia.
Não cabe naquela vida uma relação afetiva sexual com quem simplesmente é humano e, portanto, tem lá suas carencias e deficiências. Só cabe quem lhe serve. Ou, por outro ponto de vista, quem tem alguma função e não pede nenhum tipo de compromisso em troca...
Nessa outra existencia, só é possivel manter relações afetivas com amigos, afinal, esses estão sempre, ou quase sempre disponiveis nas nossas necessidades. E com eles só temos o compromisso de ajudar quando for possivel... senão, a amizade é a mesma!
Talvez, só caibam as relações sexuais casuais... Dessas que simplesmente acontecem,e, depois, não representam nada além da satisfação de um desejo.
As relações mais intimas, dessas que nos ajudam a nos superar, dessas que nos acompanham nos momentos dificieis, dessas que nos permitem confidenciar segredos... ah! Naquela existencia, não cabem!
E foi assim, então, que eu vivi a ilusão de um amor. A ilusão da um amor gostoso, com potenciais, com crescimento.
Mas, e sempre tem um mas! - devo confessar: aprendi, cresci mais um pouquinho.
Encerro essa história com o coração dilacerado, porém com alguma auto estima. Afinal, eu tentei, empenhei-me, superei alguns limites. E não foi falta do meu amor... foi simplesmente uma história com muitos capitulos, em que eu simplesmente não percebi o obvio: que a escolha da outra pessoa é Fazer-se só!
Talvez, ela realmente acredite que só sendo só as conquistas tem algum valor. Eu penso que isso essa opção é uma grande perda de oportunidades. Principalmente, da mais divina de todas - a de ser feliz!
Ninguém é tão auto suficiente, ninguém é tão alguém, que possa atravessar todas as pontes da vida sem um companheiro de jornada. É uma pena, mas é a vida!
E eu sigo a minha.
Durante algum tempo eu me dediquei, tentei estar presente, tentei me superar...Investi esforços, recursos, tempo... mas, e sempre tem um mas, eu quis entender!!! Meu grande e eterno defeito - querer entender!
Eu quis entender por que percebendo tanto amor, eu me sentia desprezada. Por que sentindo tanta reciprocidade, eu me sentia expelida... Por que, nos meus momentos de desilução e carencia, não recebia afeto e apoio...
Não conseguia entender essas coisas estranhas no meu mundo... Agora, eu sei. Nas opções da outra pessoa não cabe uma outra relação afetiva, principalmente se for afetiva e sexual. Não cabe compromisso com o que não tem ascendencia ou descendencia.
Não cabe naquela vida uma relação afetiva sexual com quem simplesmente é humano e, portanto, tem lá suas carencias e deficiências. Só cabe quem lhe serve. Ou, por outro ponto de vista, quem tem alguma função e não pede nenhum tipo de compromisso em troca...
Nessa outra existencia, só é possivel manter relações afetivas com amigos, afinal, esses estão sempre, ou quase sempre disponiveis nas nossas necessidades. E com eles só temos o compromisso de ajudar quando for possivel... senão, a amizade é a mesma!
Talvez, só caibam as relações sexuais casuais... Dessas que simplesmente acontecem,e, depois, não representam nada além da satisfação de um desejo.
As relações mais intimas, dessas que nos ajudam a nos superar, dessas que nos acompanham nos momentos dificieis, dessas que nos permitem confidenciar segredos... ah! Naquela existencia, não cabem!
E foi assim, então, que eu vivi a ilusão de um amor. A ilusão da um amor gostoso, com potenciais, com crescimento.
Mas, e sempre tem um mas! - devo confessar: aprendi, cresci mais um pouquinho.
Encerro essa história com o coração dilacerado, porém com alguma auto estima. Afinal, eu tentei, empenhei-me, superei alguns limites. E não foi falta do meu amor... foi simplesmente uma história com muitos capitulos, em que eu simplesmente não percebi o obvio: que a escolha da outra pessoa é Fazer-se só!
Talvez, ela realmente acredite que só sendo só as conquistas tem algum valor. Eu penso que isso essa opção é uma grande perda de oportunidades. Principalmente, da mais divina de todas - a de ser feliz!
Ninguém é tão auto suficiente, ninguém é tão alguém, que possa atravessar todas as pontes da vida sem um companheiro de jornada. É uma pena, mas é a vida!
E eu sigo a minha.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Oficina - primeiro passo para o Backyard Função.
Então, eu acredito que todas as coisas começam do começo, mesmo por que aqueles que começam do meio nunca chegam ao fim.... e a festa só termina quando acaba!
Finalmente, dei o primeiroo passo em direção do Backyard Função. Comecei a montar a oficina de marcenaria. Um espaço pequeno, pouco mais de 25 metros quadrados, mas ja tenho uma bancada, com furadeira, serra circular, serra de fita e torno, e todas as outras ferramentas...
Eu tenho 3 encomendas - restaurar uma comoda, montar um beliche em L e cortar algumas madeiras que serão pés de báus. Parece quase nada, mas para mim é muito!
Ainda nem inaugurei o espaço, e já tenho encomendas!
Eu estou feliz, por que tudo o que começa do começo começa bem! E O que começa com perspectivas é ainda melhor!
É importantre registar que montei a bancada com materiais encontrados, tipo reciclagem - alguem jogou madeira fora e eu as colhetei e as transformei - assim construi a bancada - base de todo trabalho numa marcenaria.
O primeiro movel que vou restaurar é uma cadeira de balanço, muito antiga, que foi da minha mãe e do meu pai... Agora, é minha.
Eu não sei se alguem poderá avaliar a importancia que esse passo representa na minha vida, e nem me importo verdadeiramente com isso; eu me importo com a alegria que isso, tudo isso ou só isso - tanto faz - tem para mim.
Agradeço a Marta Lowenstein que me ajudou a encontrar e definir o nome do espaço que quero montar. Agradeço a Elenice que me possibilitou dar o primeiro passo - ela me cede/aluga o espaço da oficina. Agradeço a Mirjana que disponibilizou a "Zefinha" para o transporte das maquinas. Agradeço a Nadia pelo apoio incondicional. Agradeçoa os meus pais e familiares por me iniciarem nas artes manuais. Agradeço a vida pelao aprendizado da transformação. Agradeço aos deuses e orixás pela oportunidade.
De verdade, obrigada por existirem na minha existencia!
Finalmente, dei o primeiroo passo em direção do Backyard Função. Comecei a montar a oficina de marcenaria. Um espaço pequeno, pouco mais de 25 metros quadrados, mas ja tenho uma bancada, com furadeira, serra circular, serra de fita e torno, e todas as outras ferramentas...
Eu tenho 3 encomendas - restaurar uma comoda, montar um beliche em L e cortar algumas madeiras que serão pés de báus. Parece quase nada, mas para mim é muito!
Ainda nem inaugurei o espaço, e já tenho encomendas!
Eu estou feliz, por que tudo o que começa do começo começa bem! E O que começa com perspectivas é ainda melhor!
É importantre registar que montei a bancada com materiais encontrados, tipo reciclagem - alguem jogou madeira fora e eu as colhetei e as transformei - assim construi a bancada - base de todo trabalho numa marcenaria.
O primeiro movel que vou restaurar é uma cadeira de balanço, muito antiga, que foi da minha mãe e do meu pai... Agora, é minha.
Eu não sei se alguem poderá avaliar a importancia que esse passo representa na minha vida, e nem me importo verdadeiramente com isso; eu me importo com a alegria que isso, tudo isso ou só isso - tanto faz - tem para mim.
Agradeço a Marta Lowenstein que me ajudou a encontrar e definir o nome do espaço que quero montar. Agradeço a Elenice que me possibilitou dar o primeiro passo - ela me cede/aluga o espaço da oficina. Agradeço a Mirjana que disponibilizou a "Zefinha" para o transporte das maquinas. Agradeço a Nadia pelo apoio incondicional. Agradeçoa os meus pais e familiares por me iniciarem nas artes manuais. Agradeço a vida pelao aprendizado da transformação. Agradeço aos deuses e orixás pela oportunidade.
De verdade, obrigada por existirem na minha existencia!
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